Mestra Janja

Escute aqui a audiodescrição do Busto da Mestra Janja Rosangela Janja Costa Araújo é mestra de Capoeira Angola, co-fundadora e coordenadora do Instituto Nzinga e Estudos da Capoeira Angola e Tradições Educativas Banto no Brasil (INCAB), organização política de capoeira com trinta anos de atuação, desenvolvendo trabalhos em diversas cidades do Brasil e no Exterior.. Pesquisadora da capoeira, possui três CDs gravados, além de livros e artigos publicados em diferentes idiomas. É regente e arranjadora da Orquestra Nzinga de Berimbaus e da IGBADU – Orquestra de Berimbaus de Mulheres. Atua como docente no Departamento de Estudos de Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia (NEIM/UFBA). O busto em sua homenagem, inaugurado em 2026, integra o projeto “Memórias de mulheres negras na capoeira: (in)visibilidade, luta e protagonismo em jogo”, idealizado pelas capoeiristas Ábia França, Professora Gandaia e Mestra Voltagrande. A obra está disponível para visitação no Forte da Capoeira e, posteriormente, passará a compor o acervo do Instituto Nzinga. O projeto foi contemplado pelo Edital nº 11/2024 – Salvaguarda da Capoeira, da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB Bahia) por meio do Governo do Estado da Bahia, via Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, vinculada ao Ministério da Cultura – Governo Federal. do Brasil. Para mais informações: Currículo Lattes da Mestra Janja Outras obras

Mestra Tonha Rolo do Mar

Escute aqui a audiodescrição do Busto da Mestra Tonha Rolo do Mar A Mestra Tonha Rolo do Mar foi uma grande referência na trajetória do Mestre Cobrinha Verde. Segundo Santos (1991), foi ela quem ensinou ao mestre a prática do jogo da navalha, tanto com as mãos quanto com os pés. Mulher forte e destemida, andava sempre com um facão na mão e estabeleceu-se no bairro do Tomba, em Feira de Santana.  De acordo com a pesquisa de doutorado de Ábia França (2021), Mestra Tonha Rolo do Mar é reconhecida como uma das pioneiras mestras de capoeira no Brasil, destacando-se por sua atuação em um contexto historicamente marcado pela predominância masculina. A obra em sua homenagem foi inaugurada em 2026 pelo projeto “Memórias de mulheres negras na capoeira: (in)visibilidade, luta e protagonismo em jogo”, realizado pelas capoeiristas Ábia França, Professora Gandaia e Mestra Voltagrande. O busto da Mestra Tonha Rolo do Mar passa a integrar o acervo permanente do Museu Afro-Brasileiro da Universidade Federal da Bahia (MAFRO/UFBA). Atualmente se encontra disponível para visitação no Forte da Capoeira. O projeto foi contemplado pelo Edital nº 11/2024 – Salvaguarda da Capoeira, da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB Bahia) por meio do Governo do Estado da Bahia, via Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, vinculada ao Ministério da Cultura – Governo Federal. do Brasil. Para mais informações: FRANÇA, Ábia Lima de. Trajetórias formativas e registros biográficos de mestras de capoeira. 2021. 299f. Tese (Doutorado em Educação e Contemporaneidade) – Faculdade de Educação, Universidade do Estado da Bahia, Salvador, BA, 2021. Disponível em: https://saberaberto.uneb.br/items/8e6b7255-7a9b-42ab-8ac3-ae517e465c02. Acesso em: 03 mar. 2026. O Museu Afro-Brasileiro da UFBA (MAFRO) situa-se no Terreiro de Jesus, Centro Histórico de Salvador (Prédio da Faculdade de Medicina). Funciona de segunda a sexta, das 9h às 17h (entrada até 16h30). Contatos: 71 3283-5540, e-mail mafro@ufba.br  O Forte da Capoeira (MAFRO) situa-se na Praça Barão do Triunfo, Santo Antônio Além do Carmo, Salvador. Funciona de segunda a sexta, das 9h às 17h (entrada até 16h30). Contatos: (71) 3117-1488, e-mail fortedacapoeira@cultura.ba.gov.br Outras obras

Tereza de Benguela

Escute aqui a audiodescrição do Busto de Tereza de Benguela Conhecida como “Rainha Tereza”, liderou o Quilombo de Quariterê no século XVIII, na região do atual Mato Grosso. À frente da comunidade, uniu negros, indígenas e brancos pobres, organizando uma estrutura política e econômica própria e fortalecendo a defesa do território.. Sob sua liderança, o quilombo resistiu a escravidão por mais de 20 anos. Em sua homenagem, o dia 25 de julho foi instituído como o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha, reconhecendo sua importância histórica e simbólica. Seu nome tornou-se sinónimo de resistência, organização e luta contra a escravidão. Sua história — assim como a de tantas outras mulheres negras —, quando visibilizada, emancipa, inspira e impulsiona novas trajetórias, fortalecendo a consciência histórica e o protagonismo de mulheres negras. A obra em sua homenagem foi inaugurada em 2026 pelo projeto “Memórias de mulheres negras na capoeira: (in)visibilidade, luta e protagonismo em jogo”, realizado pelas capoeiristas Ábia França, Professora Gandaia e Mestra Voltagrande. A obra estará disponível para visitação no Forte da Capoeira, e posteriormente ficará na Associação Nordeste em Ação. O projeto foi contemplado pelo Edital nº 11/2024 – Salvaguarda da Capoeira, da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB Bahia) por meio do Governo do Estado da Bahia, via Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, vinculada ao Ministério da Cultura – Governo Federal. do Brasil. Para mais informações: Associação Nordeste Em Ação. Rua Edisio Santos s/n Final de Linha do Vale das Pedrinhas 71 98770-0095. Outras obras